


Numa altura em que já todos começamos a fazer a lista de prendas de Natal e a fazer algumas compras, seria também bom pensarmos em quem não tem acesso aos recursos básicos para assegurar a sua sobrevivência. Podem ajudar em http://www.cordaid.nl/.



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Ontem fui ao cinema, para ver a continuação de um filme que adorei: o Elisabeth. O primeiro filme revela-nos a personalidade determinada, decidida e temperamental da filha de Henrique VIII, que em 1558 assumiu o trono inglês. Este segundo foca o papel de Elisabeth na luta contra a Invencível Armada espanhola que, em 1588, avançou pelo Canal da Mancha para ocupar a Inglaterra.
O filme demonstra, com grande qualidade, as intrigas que minaram o reinado de Elisabeth, bem como uma certa permanente contradição individual entre o poder e a determinação que a caracterizam como raínha e uma certa fragilidade e insegurança associadas à sua necessidade de ser amada apenas como mulher. Cate Blanchett prova, mais uma vez, que é uma actriz brilhante, dando corpo à imensidão de sentimentos e atitudes desta raínha emblemática.
Apesar de tudo isto, o filme não me surpreendeu. Foi mais do mesmo! Lembro-me que quando vi o primeiro filme, saí da sala com vontade de entrar novamente. Desta vez, saí do cinema a pensar que poderia esperar que o filme estivesse disponível em dvd...
... porque isto de uma pessoa já nos 30 não entregar a tese no prazo previsto é muito traumatizante...Fui dar uma volta de barco! Fui verdadeiramente roubada no bilhete, mas valeu muito a pena.
Uma banda de rua original, cujos instrumentos eram garrafas de cerveja!
Pouco antes de me espatifar!!!
Aqui, ainda estava convencida que era capaz de andar naquelas malditas bicicletas com travões apenas nos pedais!

Gosto de dias quentes de Verão passados à beira mar ou beira ria, de preferência em praias (quase) desertas, daquelas onde só se pode chegar de barco e portanto o sossego é palavra de ordem. Mas também gosto de dias frios e chuvosos, especialmente se os puder passar enfiada na minha cama quentinha (bem acompanhada) ou em frente a uma lareira com uma caneca de chocolate quente nas mãos. No Inverno gosto também da sensação reconfortante que dá um duche a escaldar depois de ficar encharcada até aos ossos. E gosto do vento. Não daquela brisa leve que “refresca” os dias de Verão. Não. Gosto da ventania. De andar de cabelo ao vento. Fico despenteada, é certo, mas também com a sensação de ficar com as ideias mais leves.
Gosto de ler. Qualquer coisa. Ás vezes dou por mim a ler as revistas de automóveis que andam cá por casa, sem perceber patavina, mas estou a ler. É muito difícil desistir de ler um livro … por muito mau que seja. Acho sempre que no fim hei-de retirar algum “ensinamento”. Se a leitura for acompanhada por uma boa música … melhor ainda. Neste campo sou mais …digamos, conservadora. No sentido em que não sou muito aberta a novas sugestões. Os poucos cd’s que tenho no carro são os mesmos … há anos … e variam entre Xutos &Pontapés, U2 e um ou outro de música brasileira.
Também gosto imenso de viajar. Cá dentro e lá fora. Para mim, férias só são férias quando consigo sair do local onde habitualmente vivo. Caso contrário esse período não tem aquele sabor especial, mesmo que não seja sinónimo de descanso. Porque para mim viajar é quebrar com a rotina, é ir à descoberta … é viver um mundo à parte … por breves momentos.
É em muitas dessas viagens que vou buscar inspiração para os planos de remodelação que gostava de fazer cá em casa. É claro que os programas televisivos de decoração que vejo quando quero desanuviar a mente e não pensar em mais nada também ajudam. Até agora pouco ou nada tenho feito porque para além da imensa falta de jeito, não vivo sozinha, e tenho tido dificuldade em impor a minha vontade de mudança.
A televisão também tem servido imenso para aguçar um dos meus gostos … o futebol. Desde que há Sportv cá em casa … até eu dou por mim a querer saber quando é que dá algum jogo de jeito. E com isto não me estou a limitar aos jogos da selecção e do Glorioso. É muito mais grave do que isso.
Gosto muito dos meus amigos, embora às vezes não tenha (tantas) oportunidades de o demonstrar como gostaria. Mas acho que no fundo eles sabem disso - Desde aqueles que são o meu oposto, como aqueles com quem tenho muito em comum (por exemplo a Trintinha, com quem partilho o gosto de rir até à exaustão, falar pelos cotovelos … e comer … de tudo um pouco).
Não podia deixar de falar aqui da minha verdadeira paixão por gatos. Para mim não são só animais de estimação. São verdadeiros amigos - aturam-me as telhas sem resmungar, percebem quando estou triste e chegam-se a mim para me consolar e quando estou feliz eles sorriem comigo. É uma relação de dar e receber – e haviam de os ver amuados quando me ausento por 2 dias.
Por fim … não podia deixar de referir o amor da minha vida. Há quase 14 anos que me acompanha, ajudando-me a crescer, e fazendo-me feliz diariamente. E só com ele era possível eu avançar para uma nova etapa da minha vida … e pela qual eu estou verdadeiramente apaixonada. Neste momento é o que me define … Ora vejam …